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Extensão | Chamada para Revista Interdisciplinar de Estudos Sociais N ° 24

Para o dossiê são convocados artigos: "Conflito, política e movimentos" . Os artigos propostos para esta chamada devem ser enviados até  4 DE OUTUBRO DE 2021  para o seguinte e-mail:  revistainterdisciplinaria@gmail.com *** Importante: Consulte as Diretrizes do autor em nosso site:  https://www.ceiso.com.ar/ries/index.php/ojs/about/submissions  (em espanhol, português e inglês) ou  https: // ceiso.com.ar/revista /convocatoriaries / Também disponível em PDF para download: https://ceiso.com.ar/wp-content/uploads/2021/07/convocatoria_24_por.pdf

Revista Interdisciplinar de Estudos Sociais N° 23

DOSSIER: Memorias, futuros y resistenciasMemories, futures and resistances https://ceiso.com.ar/ries/ Artículos del dossier Trotskismo e Sandinismo. Deslocamentos militantes, redes internacionais e lutas de facções Martín Mangiantini Libertários de Poncho e OjotasMemória das lutas dos índios camponeses e sua aliança com o anarquismo no Peru e na Bolívia na primeira metade do século XX Gaya Makaran Comissões Indígenas, Federação Wichí e Universidad del Monte: As Lutas Socioterritoriais Heterogêneas Wichí pelo Rio Bermejo (Salta, Argentina) Natalia Boffa A construção de um sindicalismo de e para homens Espaço e gênero nas uniões de Mar del Plata Ivana Teijón, Eliana Marioli, Lautaro López Fundaró Avaliações FERNÁNDEZ HELLMUND, Paula (Compiladora). Educação e integração regional: experiências sul-americanas.Bahía Blanca / Foz do Iguaçu: Edições CEISO / GIEPTALC, 2021, 124 pp. Benjamín Cuevas Digitalize para acessar a revista com seu celular ou tablet

Revista Interdisciplinar de Estudos Sociais N ° 22

DOSSIÊ: Problemas e desafios da integração regional Problems and challenges of regional integration Artigos de dossiê A resposta da União Europeia à pandemia:o plano de recuperação econômica e os seus desafios Daniele Prozczinski, Rita Matos Coitinho Integração educacional no MERCOSUL:Normativas e experiencias Paula Daniela Fernández Limpar, lavar, cozinhar e cuidar:Trabalhadoras domésticas em pandemia. Experiências de trabalho na cidade de Bahía Blanca (Argentina) Pablo Ariel Becher Avaliações Nicarágua 2018. La insurrección cívica de abril. Nicarágua, Publicações UCA, 2020, 220 pp.ORTEGA HEGG, Manuel; AGUDELO BUILES, Irene; MARTÍNEZ CRUZ, Jessica; SÁNCHEZ, Mario; OSORIO MERCADO, Hloreley; PÉREZ REYNOSA, Jessica; RAMÍREZ, Sergio; CASTILLO RODRÍGUEZ, Hellen; GÓMEZ, Juan Pablo. Jadir José Carneiro Junior Acordo de Associação Estratégica Mercosul-União Européia: Estudos da América Latina. Bahía Blanca / Foz do Iguaçu, Edições CEISO / GIEPTALC, 2020, 140 PP.ROMERO WIMER, Fernando (Compilador). Pablo Senra Torviso Digitalize para acessar a revista com seu celular ou tablet

III CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE HISTÓRIA INDÍGENA | UNJu – ALAHIS 2021

Histórias de lutas territoriais indígenas: autonomias e direitos coletivos Convidamos você a participar do SIMPÓSIO 3 do próximo Congresso Latino-Americano de História Indígena. O congresso acontecerá virtualmente. Você pode encontrar mais informações nos anexos. Há tempo para envio de resumos até 30 de julho. Coordenadores: Dr. Pabel C. Lopez Flores, CIDES-UMSA (Bolivia), IEALC-UBA (Argentina), velpalopezflo@gmail.comLic. Natalia Boffa, CONICET, UNS, CEISO (Argentina), nataliaboffa@hotmail.com Mais informações em: https://ceiso.com.ar/congreso-latinoamericano-historia-indigena/

Mudanças no Peru, para onde?

POR SEBASTIÁN SARAPURA (GIEPTALC / UNILA) O resultado das eleições no Peru despertou grande simpatia entre os movimentos populares e organizações progressistas do continente. Não é para menos. O candidato do partido político Peru Libre, Pedro Castillo Terrones, - ex-dirigente sindical e militante do movimento camponês - enfrentava Keiko Fujimori, filha do ex-ditador e prisioneiro por crimes contra a humanidade Alberto Fujimori. As trajetórias individuais de ambos os candidatos não poderiam ser mais diferentes. Isso explica em grande parte a expectativa favorável entre os trabalhadores e suas organizações. No entanto, é preciso afirmar que são perigosas as leituras sobre o processo peruano que se limitam a caracterizar o triunfo de Pedro Castillo como uma conquista dos setores progressistas e do povo peruano contra a ultradireita neoliberal representada por Fujimori. O desenvolvimento da luta de classes no país andino, assim como em toda a Nossa América, é muito mais complexo. Quando, no dia 15 de junho, o Escritório Nacional de Processos Eleitorais (ONPE) confirmou que a candidata do Peru Libre obteve uma diferença de apenas 44 mil votos em relação à filha do ex-ditador, os representantes políticos de Fujimori, além da própria Keiko Fujimori. , iniciou uma campanha para denunciar uma suposta fraude cometida pelo Peru Libre, em cumplicidade com os dirigentes do Júri Eleitoral Nacional (JNE) e do próprio ONPE. Esta campanha não parou desde então (embora tenha se desgastado). Com escandaloso apoio da mídia burguesa e por meio de artifícios legais, o fujimorismo apresentou pedidos para contestar milhares de votos das partes mais pobres do país. Lugares onde, precisamente, Castillo obteve uma diferença abismal contra Fujimori. O resultado imediato disso foi o atraso na proclamação de Pedro Castillo como presidente da república e um clima de incertezas sem precedentes nas últimas três décadas. Diante desse cenário, o partido político Peru Libre pediu a mobilização permanente dos movimentos sociais e das organizações sindicais, bem como de todos os setores que tivessem contradições contra Fujimori. Isso inclui uma parte da direita liberal que defende a constituição neoliberal de 1993, mas se opõe à candidatura de Keiko Fujimori. A reação de Fujimori, embora com apoio da mídia avassaladora, foi perdendo força com o passar dos dias. As manifestações realizadas não conseguiram superar as do Peru Libre e caracterizam-se por ter entre seus participantes, principalmente, setores da classe média e média alta. Fujimori parece estar cada vez mais isolado. Declaração da Embaixada dos Estados Unidos (EUA), publicada em 22 de junho, endossa as instituições eleitorais peruanas,…

Políticas comerciais de integração regional Uruguai – MERCOSUL

Perspectivas para um novo governo, um giro de previsibilidade. "As tristezas e as vacas, elas seguem o mesmo caminho. As dores são nossas, as vacas não são nossas".Atahualpa Yupanqui, trecho da canção "El Arriero Va" (1944). Por: Adrián Larroca Ferrari Um ano após o início do novo governo neoliberal uruguaio, e após 15 anos de governo ininterrupto do progressivo partido Frente Amplio, discutimos alguns eventos recentes sobre o desempenho do Uruguai na arena internacional, com ênfase nas políticas comerciais internacionais adotadas para o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) e sua tensa discussão sobre a flexibilização e conclusão de novos acordos comerciais. Promessas de campanha, até os anos noventa? Em 1º de março de 2020, um novo governo tomou posse na República Oriental do Uruguai liderado pelo Presidente Luis Lacalle Pou. Este representante do Estado uruguaio no bloco regional Mercosul, chega após ter obtido a vitória eleitoral com uma coalizão republicana e interpartidária, sem precedentes na história política uruguaia. Cinco partidos de caráter político-econômico neoliberal aderiram   à coalizão, eles são o Partido Colorado (encabeçado por Ernesto Talvi, bolsista em finanças com MBA pela Universidade de Chicago), Cabildo Abierto (encabeçado pelo ex-comandante-chefe do Exército Nacional Guido Manini Ríos), o Partido do Povo (encabeçado pelo empresário Edgardo Novik), o Partido Independente (encabeçado pelo atual Ministro do Trabalho e Previdência Social, advogado Pablo Mieres), e o Partido Nacional (encabeçado pelo atual Ministro do Trabalho e Previdência Social, advogado Pablo Mieres), o Partido Popular (encabeçado pelo empresário Edgardo Novik), o Partido Independente (encabeçado pelo atual Ministro do Trabalho e Previdência Social, advogado Pablo Mieres) e o Partido Nacional encabeçado pelo atual presidente, advogado Luis Lacalle Pou.  A coalizão está então armada com o objetivo de derrotar nas urnas o partido político-econômico progressista Frente Amplio, que sem alianças políticas (se tivesse o apoio de vários grupos de esquerda) tentou defender seu quarto governo consecutivo, que não pôde reter, já que Lacalle Pou, representando a coalizão multicolorida, saiu vitorioso com 50,79% dos votos, contra Daniel Martínez da Frente Amplio, que obteve 49,21%. Sob o contexto mencionado, uma nova administração começa a trabalhar dentro do Estado uruguaio, treze dias após seu início como coalizão multicolor, estes cinco partidos sofreram a irrupção da pandemia causada pela Covid-19 em todo o território nacional, é que em 13 de março daquele ano foi declarada uma emergência sanitária em todo o país.  No entanto, a pandemia sanitária não impediu as promessas de…

Capítulo IX | ENCONTROS LATINO-AMERICANOS

O mapa político da América Latina está em constante movimento. E nas ruas de cada país, a situação social, de saúde e econômica foi diretamente afetada pelo manejo da Pandemia Covid-19 por diferentes governos. No PERU, após a histórica eleição de 11 de abril, o povo está a semanas de poder torcer o curso político e econômico estabelecido desde a época de Alberto Fujimori. Haverá um segundo turno entre (a filha do ex-presidente) Keiko Fujimori, que prometeu perdoar o próprio pai se ele vencer, e o vencedor surpresa nas urnas, o professor e dirigente sindical Pedro Castillo. Da cidade de Lima Sebastián Sarapura (GIEPTALC-UNILA) , mergulha nas notícias mais marcantes do Peru. De Caracas, VENEZUELA, a prestigiosa intelectual María Fernanda BARRETO (RedH), nos ajuda a entender a situação atual de um país onde, apesar do flagelo global da pandemia, ainda persiste um bloqueio econômico desumano sob todos os pontos de vista. Além disso, o conflito crescente na fronteira com a Colômbia, somado ao papel dos Estados Unidos e possíveis estratégias diante do colapso do plano Guaidó. Apresentação e moderação: Nacho Urruspuru. https://www.youtube.com/embed/TslVS0cDTPc

A SURPRESA DAS ELEIÇÕES NO PERU: RUMO A UMA VOLTA PROGRESSIVA?

POR SEBASTIÁN SARAPURA (GIEPTALC / UNILA) O resultado das eleições presidenciais no Peru, realizadas no domingo, 11 de abril de 2021, gerou uma grande surpresa para a maioria dos analistas políticos. Até uma semana atrás, quase nenhuma previsão previa a existência de um partido que se definisse como uma esquerda socialista disputando o segundo turno. O candidato à presidência do partido Peru Libre, Pedro Castillo Terrones, conseguiu seu passe com uma ligeira mas considerável vantagem sobre os demais candidatos na competição. Com 85% dos registros processados, o Escritório de Processos Eleitorais do Peru (ONPE) coloca Castillo em primeiro lugar com 18,5% dos votos; Em seguida, vem a candidata de extrema direita Keiko Fujimori com 13,19% e o economista ultraliberal Hernando de Soto com 12,1%. A fragmentação do voto da direita tem sido uma das principais características dessa eleição atípica. Além de Keiko Fujimori e Hernando de Soto, o candidato ultraconservador do partido popular da renovação, Rafael López Aliaga, alcançou não desprezíveis 12,7%. Nas eleições anteriores, a direita peruana parecia menos dispersa e concentrou seus eleitores em, no máximo, 2 candidatos fortes. Este hecho es, en parte, expresión de la intensa pugna interburguesa que vivió el país en andino en los últimos años y que explica, por ejemplo, las dificultades de consenso entre el poder ejecutivo y el congreso que llevaron a la salida de tres presidentes el ano passado. O surgimento de novos grupos empresariais com capacidade e recursos para disputar cotas de poder entre si, mas mantendo intacto o arcabouço institucional neoliberal que os permitiu crescer, é um elemento incontornável para entender a existência de vários candidatos com programas semelhantes e, no entanto, díspares. interesses. A esquerda peruana também apareceu fragmentada à disputa. Longe de ser uma surpresa, era algo relativamente previsível para quem acompanhou de perto as negociações em torno da possibilidade de haver uma candidatura comum. Os dois principais partidos de esquerda, Peru Libre e Juntos por el Perú, juntamente com movimentos sociais e grupos políticos menores, iniciaram conversas desde 2019 com vistas a futuros processos eleitorais. Essa tentativa, no entanto, não deu certo. Ambos os grupos concorreram separadamente nas eleições legislativas de 2020, bem como no último processo eleitoral. As razões para este facto residem, em grande medida, nas acusações de corrupção contra Vladimir Cerrón e na sua subsequente condenação pelo crime de negociação incompatível por ter favorecido uma empresa em processo de concurso público para…

A nova rota da seda, o plano quinquenal e suas implicações para a Ásia e a América Latina

Um convite para quem deseja saber um pouco mais sobre a situação atual da China. No dia 26 de abril de 2021 às 19 horas (Brasil e Argentina) discutiremos a Nova Rota da Seda, o Plano Quinquenal e suas implicações para a Ásia e América Latina. https://bityli.com/AKBpC https://www.facebook.com/gruposinoasia

Chamada aberta para o Dossiê da Revista Interdisciplinar de Estudos Sociais

Para o dossiê são convocados artigos: “Memórias, futuros e resistências” . Os artigos propostos para esta chamada devem ser enviados até o dia 1º de abril de 2021 para o seguinte e-mail: revistainterdisciplinaria@gmail.com 📌 Importante: Consulte as Diretrizes do autor em RIES site: https://www.ceiso.com.ar/ries/index.php/ojs/about/submissions (em espanhol, português e inglês) ou https://ceiso.com.ar/revista/convocatoriaries / Também disponível em PDF para download: Em espanholEm portuguêsEm inglês

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